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Segunda-feira, Abril 14, 2008
MULHOLLANDS DRIVE US CRAZY
Proponho a seguinte campanha em Brasília: sai o pai, entra a filha.
Vamos botar fogo em tudo que é vetusto, e exigir um mandato mais robusto.
Se você também quer melhor decoração
Mas só em decoro, beleza e atitude
Peça pra manter o sobrenome de Hollywood
Mas com o novo e bom cinema brasileiro à mão.
Que o Timothy se dane! QUEREMOS A ROSANNE!
Reitor em exercício da UnB pede exoneração
http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL399108-5604,00.html
12/04/2008 - 20h38 - Atualizado em 12/04/2008 - 23h14
Do G1 em Brasília, com informações do Jornal Nacional
Edgard Mamyia entregou pedido ao ministro da Educação, Fernando Haddad.
Ele ocupava a direção desde quinta (10), após afastamento do reitor, Timothy Mulholland.
O pedido foi feito durante uma reunião em Brasília. O vice-reitor, Edgard Mamyia entregou pessoalmente ao ministro da Educação, Fernando Haddad, o pedido de exoneração –em caráter irrevogável, de acordo com a carta.
Mamyia ocupava a direção da UnB desde a última quinta-feira, quando o reitor Timothy Mulholland pediu o afastamento.
Ele foi denunciado pelo Ministério Público por improbidade administrativa. O ministro Fernando Haddad espera encontrar uma solução na segunda-feira (14). Ele deverá anunciar um novo nome para comandar a universidade provisoriamente.
A saída de todos os integrantes da reitoria é a principal reivindicação dos estudantes que ocupam o prédio há nove dias.
A saída do vice-reitor era uma das exigências dos estudantes que ocupam a reitoria da universidade desde o último dia 3. Na segunda-feira, os estudantes fazem assembléia para decidir os rumos da ocupação. Eles ainda querem a saída definitiva de Mulholland do cargo. Oficialmente, o reitor apenas pediu licença da função.
Acusações
Mulholland é acusado pelo Ministério Público de improbidade administrativa. O reitor licenciado teria mobiliado seu apartamento funcional com verba repassada à UnB pela Finatec (Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos), ligada à universidade. O custo da decoração teria chegado a R$ 470 mil, segundo o MP (R$ 350 mil para a UnB). A UUnB teria comprado ainda um carro de luxo, por R$ 70 mil, colocado à disposição do reitor.
Nesta sexta-feira (11), o decano Érico Weidler pediu afastamento do cargo de administração e finanças da UnB por 60 dias, por motivos médicos. O anúncio da licença foi por Mamyia durante a reunião do Conselho Universitário (ConsUni), que discutia possíveis mudanças na administração da universidade.
O conselho adiou para a próxima quarta-feira (16), às 14h30, a decisão sobre o futuro do reitor licenciado. O adiamento havia sido proposto por Mamiya e provocou protestos dos estudantes, que queriam uma decisão do conselho ainda nesta sexta-feira (11). Mamiya saiu da reunião escoltado por seguranças, que chegaram a agredir um fotógrafo.
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Segunda-feira, Abril 07, 2008
Rá. Essa matéria me lembra minha mãe torcendo pro Flamengo. Machucam um jogador do time dela e ela: "QUE ABSURDO!!! QUEBROU A PERNA DO MENINO!!!". Machucam um jogador do time adversário e ela: "Né nada não, menino. Deixa de fazer doce. Futebol é jogo de macho. Deixa de atrapalhar."
No meu caso, seria: "Né nada não, Ingrid. Deixa de fazer doce. Guerrilha é jogo de povo. Deixa de atrapalhar."
França: Betancourt pode não estar tão doente quanto se pensava
http://br.noticias.yahoo.com/s/reuters/080407/manchetes/manchetes_franca_ingrid_nemtanto_pol
Seg, 07 Abr 2008, 08h25
PARIS (Reuters) - Ingrid Betancourt, refém mais famosa das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), pode não estar tão doente quanto se pensava anteriormente, mas a França ainda quer que ela seja visitada por um médico, disse o ministro francês do Exterior na segunda-feira.
A França enviou uma missão médica à Colômbia para tentar obter acesso a Betancourt, uma cidadã franco-colombiana mantida refém na selva colombiana há seis anos pelas Farc. A guerrilha ainda não deu permissão para a visita.
Betancourt, ex-candidata presidencial colombiana, foi sequestrada pelas Farc quando fazia campanha eleitoral em 2002.
A França afirma que ela está muito doente, sofrendo de hepatite e de outras doenças. O filho da ex-candidata presidencial disse que ela morrerá caso não seja submetida a uma transfusão de sangue.
"Temos a impressão não somente de que ela está viva, mas que também está melhor do que foi dito. Mas eu posso estar errado", disse o chanceler francês Bernard Kouchner.
"De todo modo, estamos fazendo tudo como se tivéssemos que libertá-la imediatamente", acrescentou ele, dizendo que o estado de saúde de Betancourt pode ter piorado.
Kouchner disse que a França mantém sua missão de obter acesso a ex-candidata presidencial. "Não vamos desistir depois de 24 horas", disse. "Vamos esperar esse sinal das Farc."
(Reportagem de Francois Murphy)
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Sexta-feira, Abril 04, 2008
Eu SEMPRE desconfiei daquela maçaroca feia e fedida que pensa que se faz passar por papel.
Papel reciclado, na minha casa, não entra nem no banheiro. Afinal, qual o sentido de usar uma merda na intenção de limpar uma bunda?
Papel reciclado: sobra marketing, falta qualidade
http://www.ecoeacao.com.br/index2.php?option=com_content&do_pdf=1&id=7076
Por Geraldo Ferreira, gerente geral para o Brasil da Asia Pulp & Paper (APP)
Contribuição de Candice Strelau
13/3/2008 14:52:00
Usar papel reciclado virou moda no Brasil. Já faz algum tempo que muitas empresas e instituições tentam se valorizar junto ao cliente ao usar uma grande quantidade de papel reciclado, para uso interno e para a comunicação com seus clientes. Levantam a bandeira do consumo consciente de papel para se destacarem como empresas responsáveis socialmente. Como marketing, a ação é uma excelente tacada. Os bancos costumam usar desse artifício para reverter a fria imagem dos que apresentam exorbitantes margens de lucro a cada ano. Outros grandes grupos econômicos fazem o mesmo. O uso do papel reciclado virou sinônimo de boas práticas ambientais.
Mas pouca gente sabe que boa parte do papel reciclado que hoje circula no país não tem a qualidade que deveria. E o desconhecimento do consumidor brasileiro sobre o assunto deu abertura para que os fabricantes não se preocupem em investir na qualidade desse material. A indústria se concentra em criar uma ampla variedade de produtos, os clientes consomem sem critério para fazer marketing e o consumidor muitas vezes usa um papel de má qualidade. Uma forte indicação vem dos fabricantes de impressoras e das gráficas, que chegam a desaconselhar o uso de papel reciclado.
A falta de informações claras sobre a qualidade do papel reciclado é prejudicial ao consumidor. Por exemplo: sabe aquele tom amarelado que costumam ter os papéis reciclados? Ele é proveniente de um corante e não necessariamente resultante do processo industrial de reciclagem. O papel reciclado pode ser tão branco como uma folha de sulfite convencional. É uma percepção distorcida. O mercado pede essa coloração para chamar a atenção do consumidor final que aquele papel é reciclado.
A desinformação do consumidor também é culpa da falta de um padrão de qualidade para os papéis reciclados. Não existe no Brasil um órgão que regule e fiscalize a produção desse tipo de papel, o que faz com que as indústrias locais tenham total autonomia na confecção e, pior, na coleta de matéria-prima. Sem acesso às informações verdadeiras, não há como garantir que o uso de material reciclado seja feito de maneira apropriada. Quem paga é o consumidor, que simplesmente fica sujeito a confiar no discurso do fabricante. Também não há como comprovar que as aparas, matéria-prima para produção desse tipo de papel, são provenientes de fontes seguras e compostas de materiais de qualidade.
Claro que o cenário não é visto somente no Brasil. O excesso de marketing do papel reciclado tem prejudicado consumidores em muitos países. Recentemente, cinco fabricantes japonesas de papel, entre elas grandes indústrias como a Nippon, admitiram fraude na produção de reciclados. A maioria delas admitiu que utilizava uma porcentagem menor de material reciclado do que o anunciado em seus produtos, uma delas há mais de dez anos. A notícia caiu como uma bomba no mercado japonês de papel e grandes clientes dessas indústrias já anunciaram que vão parar de trabalhar com tais linhas de produtos. O presidente da Nippon, por sua vez, pediu demissão.
Para evitar que um escândalo desses aconteça no Brasil, é preciso que o próprio mercado reveja sua posição e crie uma estrutura para fiscalizar os papéis reciclados em toda a cadeia produtiva. Para começar, garantindo que as aparas sejam de boa qualidade com a definição de um sistema de coleta apropriado. Também é preciso analisar o processo produtivo das indústrias e avaliar amostras que chegam ao consumidor final. Os produtos avaliados que estiverem dentro das especificações receberiam um selo de qualidade, que garantiria ao consumidor que ele não está sendo enganado.
A informação gera um consumidor consciente e mais exigente. Quando aprender, saberá também reconhecer um bom produto em mãos - aquele que apresenta os benefícios da reciclagem de papel. Ao dar preferência aos produtos de proveniência segura vai contribuir para as ações que agridem menos o meio ambiente e coibir o uso de gato por lebre.
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Quarta-feira, Abril 02, 2008
PERUANA ACORDA DURANTE SEU PRÓPRIO VELÓRIO
Ter, 01 Abr 2008, 04h20
(eis a questão: estaria o Iarru Notícias entrando na onda da imprensa inglesa e levando a sério o Primeiro de Abril?)
LIMA (AFP) - Uma mulher declarada clinicamente morta voltou à vida, para a surpresa e o assombro das pessoas presentes a seu velório, em um povoado do norte do Peru, informou nesta terça-feira a imprensa local.
Felicita Guizabalo, de 33 anos, vítimada por um câncer generalizado, recobrou seus sinais vitais no sábado passado, quando era velada por amigos e familiares.
A mulher abriu os olhos e começou a se mexer na frente de todos. 'La muerta', como agora é chamada na cidade, contou à rádio RPP que agora se está bem e voltou a viver pela bênção de Deus.
"Eu só estava com uma dor de estômago, mas Deus me curou e me devolveu a vida", afirmou.
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