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{Terça-feira, Maio 12, 2009}



Agora que El Comandante se pronunciou, vou começar a acompanhar essa novela do porco. Tava faltando um ator convidado de carisma.


Gripe suína tem mais de 5.000 casos no mundo
12 Mai 2009, 3a., 9h38 AM


GENEBRA, Suíça (AFP) - A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou nesta terça-feira que mais de 5.000 pessoas no planeta estão afetadas pela gripe suína. Além disso, mais três países confirmaram os primeiros casos: Cuba, Tailândia e Finlândia.

O número de casos confirmados de gripe suína chegou a 5.251, incluidos 61 casos fatais, em 30 países, segundo o balanço mais recente da OMS.

O maior número de casos é registrado nos Estados Unidos, com 2.600 infecções, três delas fatais. O México tem 2.059 casos, incluindo 56 mortes, e o Canadá aparece com 330 casos uma morte, desde o surgimento no mês passado do foco da nova gripe A (H1N1). A Costa Rica também registrou um caso fatal.

Nas últimas horas Cuba, Tailândia e Finlândia anunciaram a confirmação de pacientes com o vírus.

Havana confirmou o caso em um joven mexicano que chegou à ilha como parte de um grupo de estudantes de Medicina.

Diante da propagação da doença no México, Cuba suspendeu os voos com este país, o que provocou mal-estar no governo de Felipe Calderón, que pode cancelar uma viagem à ilha programada para as próximas semanas.

O líder cubano Fidel Castro acusou na segunda-feira à noite o México de ocultar a epidemia de gripe A H1N1 para não impedir a visita do presidente americano Barack Obama, nos dias 16 e 17 de abril.

"As autoridades mexicanas não informaram ao mundo a presença da mesma esperando a visita de Obama. Agora nos ameaçam com suspender a do presidente (do México, Felipe) Calderón", afirma Fidel em um artigo publicado no site estatal Cubadebate.

"Neste momento nós e dezenas de outros países pagamos o pato e ainda nos acusam de medidas lesivas ao México", completa o texto, em uma referência à decisão de Cuba de suspender, desde 29 de abril, os voos para o país.

A Finlândia também confirmou os dois primeiros casos de gripe A (H1N1) nesta terça-feira. Os pacientes são dois jovens que retornaram recentemente de uma viagem ao México.

Além disso, Bangcoc confirmou os casos de dois tailandeses que viajaram ao México de modo separado e que, segundo o governo, estão completamente curados.

Na Suíça, o grupo farmacêutico Roche anunciou a doação de 5,65 milhões de doses adicionais do antigripal Tamiflu, eficaz contra a gripe suína, à OMS.

O laboratório suíço também aumentará as capacidades de produção do antiviral, do qual produzirá 110 milhões de tratamentos nos próximos cinco meses. A meta é reconstituir as reservas regionais armazenadas pela OMS e pela própria Roche, além de adicionar 650.000 tratamentos pediátricos.

"É urgente reconstituir as reservas da OMS, assim como as da Roche, destinadas a dar uma resposta rápida, sem esquecer dos governos nacionais, para enfrentar as ondas posteriores da epidemia de H1N1 ou o surgimento de um novo vírus da gripe", afirma o laboratório em um comunicado.

O número dois da OMS, Keiji Fukuda, defendeu o sistema de alerta da organização. Ele disse que a doença teria se propagado muito mais se há duas semanas a OMS não tivesse elevado para 5 o nível de alerta em uma escala máxima de 6.

"Se os países não soubessem o que fazer nesta situação, a confusão teria sido maior. E em muitos sentidos, a situação teria sido muito mais grave", afirmou.

O México, epicentro da doença, anunciou que 25 hotéis das zonas turísticas de Cancún e da Riviera Maya foram fechados temporariamente pela falta de hóspedes desde o surgimento da gripe suína.

Zanzou por aqui Luiz com Z às 12:35 PM
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{Segunda-feira, Maio 11, 2009}



NOEL = OÁSIS, LIAM = DESERTO


Difícil dizer o que é pior: essa bandinha medíocre ou o texto da matéria. Óbvio que existe show sem bis. Pergunta retórica improdutiva, sem criatividade e sem graça, bem coerente com a sub-banda e o pseudo-espetáculo.

Parafraseando a redatora, fica a pergunta: o que quer dizer "a banda se despede cantando 'I Am the Walrus', cover dos Beatles - que uma vez os irmãos Gallagher afirmaram serem melhores, em um momento de pretensão absurda." "serem melhores"? Dizer o óbvio, que os Beatles são melhores, é pretensão?

"vários solos de guitarra de Noel, uma qualidade de som impecável e um cenário de luzes e cores que se alternavam no palco, digno de um grande show de rock". Lugar-comum, por favor, não me add. "Destaque para o novo baterista, Chris Sharrock, que passou a fazer parte da banda recentemente". Redundância, blocked for life.
"Alguns só entendiam que os caras estavam meio bravos". Que construção verbal.

A lamentar da platéia, apenas a falta de resposta à altura: o mínimo que deveria ser jogado nesse vocalista de pátio de colégio-boate, cuja incompetência, apatia e mediocridade foram (ir)responsáveis por soterrar o grande talento musical do irmão, era uma bombinha de napalm.

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Oasis empolga fãs com seus hits em São Paulo
11 Mai 2009, 2a., 8h40 AM


Por Carolina Galassi, do Yahoo! Brasil

O show da banda britânica Oasis no Anhembi, em São Paulo, chamou atenção pela pontualidade, também britânica: a banda subiu ao palco exatamente às 22 horas, horário marcado no ingresso.

Impressionante também como a chuva parou bem no momento em que a luz do palco se acendeu. Noel Gallagher, que costuma ser bem mais simpático que o irmão caçula, Liam, até chegou a brincar dizendo que os shows do Oasis na capital paulista sempre são embaixo de chuva, lembrando a tempestade que caiu há três anos, na última vez que a banda esteve por aqui. O público viu e ouviu um Oasis que falou muito pouco, quase nada em português, deu bronca, mas depois empolgou com seus hits.

Os irmãos Gallagher abriram o show com "Fuckin' In The Bushes", como previsto no set list da turnê, e já emendaram com "Rock 'n' Roll Star", ambas cantadas por Liam, que saía do palco quando seu irmão Noel assumia o microfone. No começo da apresentação, o Anhembi ainda não estava lotado, o que só aconteceu perto da metade do show.

Para fazer jus à fama de serem monossilábicos e de "causarem" em suas apresentações, quando alguém da pista VIP jogou algo no palco, os irmãos Gallagher deram bronca e ameaçaram parar o show caso o pessoal não se comportasse. Climão na plateia. Alguns só entendiam que os caras estavam meio bravos, mas nem sabiam o que eles estavam falando. Volta o show e Liam reclama outra vez, com um tom nem tanto educado: "isso aqui é um show de rock e não qualquer merda".

Bronca dada, continuam as músicas e os irmãos Gallagher tentam consertar o efeito das palavras pesadas com comentários mais simpáticos, elogiando o público e a cidade de São Paulo e, antes de cantar "The Masterplan", por exemplo, Liam disse que São Paulo é a segunda Manchester, o que deixou os fãs animados.

Falando em animação da galera, se pudéssemos comparar a empolgação de quem estava assistindo em relação a idade das músicas, quanto mais velhas as canções, mais o público gritava, pulava e cantava junto. Alguns porque foram mesmo só para ouvir os sucessos mais antigos, como é o caso da publicitária Ana Maria de Souza, de 33 anos, que estava junto de mais três amigas. "Eu quero ouvir "Wonderwall" e ir para casa, nem conheço muito as músicas do novo CD", disse ela. E a maioria pareceu pensar como Ana Maria, pois os pontos altos do show foram as faixas dos dois primeiros álbuns da banda, como "Morning Glory", "Don't Look Back in Anger", "Champagne Supernova", e a mais esperada de todas, "Wonderwall", que levou o público ao delírio. Detalhe para a versão acústica que Noel fez para "Don't Look Back in Anger", especialmente para esta turnê do novo disco.

Mas também seria injusto dizer que as seis faixas do novo CD, "Dig Out Your Soul" atrapalharam o andamento do show, que contou com vários solos de guitarra de Noel, uma qualidade de som impecável e um cenário de luzes e cores que se alternavam no palco, digno de um grande show de rock.

Destaque para o novo baterista, Chris Sharrock, que passou a fazer parte da banda recentemente. Aclamado pelo público, ele mostrou a que veio com um desempenho perfeito, fazendo com que a atual formação do Oasis não perdesse em nada para as anteriores.

O show foi cronometrado: exatamente 1 hora e 40 minutos após começarem, a banda se despede cantando "I Am the Walrus", cover dos Beatles - que uma vez os irmãos Gallagher afirmaram serem melhores, em um momento de pretensão absurda. E com um breve "Obrigado São Paulo" e Noel aplaudindo juntamente com o público, os meninos de Manchester deixam o palco e não voltam nem ao menos para um rápido "bis". E o mais estranho: a maioria não ficou ali para pedir ou esperar que isso acontecesse. Por isso, fica a pergunta: você já foi em algum show que não teve "bis"?


Zanzou por aqui Luiz com Z às 11:18 AM
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