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{Quarta-feira, Agosto 19, 2009}




Alguém devia avisar o tradutor que em português se chama "tinta nanquim", e não "tinta chinesa"... mas tudo bem, pelo menos inspirou a procura duma ilustração condizente no Google Imagens. :)




Mafalda ganha escultura em prédio onde seu criador morou em Buenos Aires
Ter, 18 Ago, 08h38

Buenos Aires, 18 ago (EFE).- Buenos Aires homenageará o desenhista Quino através de uma escultura de Mafalda, seu mais famoso personagem, que será inaugurada em 30 de agosto na entrada do prédio do bairro de San Telmo onde seu criador viveu, confirmou hoje à Agência Efe o autor da obra.

"Estou dando os últimos retoques na escultura. No dia 30 vai ser colocada e estou com o polido da peça e tenho que terminar de pintar o banco no qual estará", disse o escultor Pablo Irrgang, encarregado de dar vida "tridimensional" à menina de tinta chinesa e papel que detestava sopa.

A escultura da personagem será instalada na porta do prédio onde morou Joaquín Salvador Lavado, mais conhecido como Quino, e que o artista escolheu como cenário para muitas das cenas de sua mais célebre história em quadrinhos.

A obra, que respeita o tamanho natural de uma menina como Mafalda, obteve a aprovação de Quino, que visitou a oficina de Irrgang algumas vezes durante o processo criativo.

"Quino gostou. Estava contente e me recomendou um par de ajustes de detalhes. O trato era que eu faria a obra, mas com a supervisão dele, para que ficasse conforme", explicou hoje à Efe o artista, que começou a trabalhar na obra em maio.

Zanzou por aqui Luiz com Z às 10:14 AM
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{Quinta-feira, Agosto 13, 2009}



Como diz o forró, "RÁ RÁ RÁ RÁ RÁ!, mas eu tô rindo à toa!" \o/


Lucro do BB amplia cisma entre governo e banco privado
13 Ago 2009, 5a., 16h45
Por Aluísio Alves

SÃO PAULO (Reuters) - O robusto lucro do Banco do Brasil no segundo trimestre aprofundou nesta quinta-feira o embate entre bancos privados e o governo quanto ao papel do setor financeiro diante dos efeitos de uma crise global que empurrou o mundo para a recessão.

Longe do tom melancólico que marcou a divulgação dos resultados de seus grandes concorrentes privados, o BB reportou que seu lucro líquido deu um salto de 42,8 por cento em relação ao mesmo período de 2008, para 2,348 bilhões de reais.

O número refletiu sobretudo do incremento de 32,8 por cento na carteira de crédito em 12 meses, para 252,5 bilhões de reais --bem acima da expansão de 19,7 por cento do sistema financeiro.

Foi a primeira mostra mensurável da pressão do governo federal de usar os bancos públicos como instrumento para baixar a taxa de juros do sistema, iniciativa apontada como detonadora da tumultuada troca de comando do BB, em abril.

De quebra, o índice de inadimplência do banco, embora tenha crescido de 2,5 para 3,3 por cento em 12 meses, ficou bem abaixo da média de seus principais rivais. O índice do Bradesco, por exemplo, ficou em 4,6 por cento.

Tais números deram munição ao discurso do próprio BB e do governo, ao defenderem a postura anticíclica do banco estatal, reduzindo taxas, estendendo prazos e elevando a oferta de crédito num momento de economia em desaceleração.

"Adotamos a estratégia correta", afirmou o presidente do BB, Aldemir Bendine, a jornalistas nesta quinta-feira, ao comentar os resultados do trimestre.

Representantes do governo foram mais longe. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, convocou uma coletiva de imprensa para comentar o assunto e afirmou que, se os bancos privados não seguirem o exemplo das instituições públicas, "vão comer poeira". E o do Planejamento, Paulo Bernardo, disse que o setor privado está se queixando da concorrência dos bancos públicos.

Na terça-feira, o presidente do Itaú Unibanco, Roberto Setubal, havia dito em palestra a empresários que algumas taxas de juros praticadas pelos bancos públicos são "insustentáveis".

A Febraban, federação que representa os bancos, informou que não comentaria as declarações de Mantega. Procurado, o Itaú não tinha representantes disponíveis para comentar o assunto até a publicação desta reportagem.

BRIGA PELA PONTA

O embate opondo a postura conservadora dos bancos privados e a ousadia anticíclica do governo com as instituições estatais tem como pando de fundo um momento de acirradíssima competição pelas primeiras posições no ranking bancário por ativos.

Nesta quinta-feira, ao anunciar os resultados trimestrais, o BB comunicou também que seus ativos totais chegaram aos 598,8 bilhões de reais, número que lhe devolveu a liderança no país, posição que tinha sido perdida para o Itaú Unibanco, após emergir de uma fusão em novembro do ano passado.

"O Banco do Brasil retomou o posto que lhe é de direito", disse Bendine.

Alheios à guerra de palavras entre governo e bancos privados, analistas receberam os resultados do BB com elogios.

"A qualidade dos ativos (do BB) foi mais resiliente que a apresentada por seus concorrentes", disse em relatório o Bank of América Merrill Lynch, ao elevar o preço-alvo das ações do banco estatal.

"O resultado do BB veio acima das expectativas", fez coro a corretora Ativa, também em relatório.

Na bolsa paulista, a ação do BB subia 2,58 por cento, a 25,48 reais, às 16h41, no momento em que o Ibovespa avançava 0,53 por cento.

(Reportagem adicional de Isabel Versiani, em Brasília, e Denise Luna, na Costa do Sauípe)

Zanzou por aqui Luiz com Z às 7:15 PM
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{Sexta-feira, Agosto 07, 2009}



Finalmente, um spam útil pra algo.

"1 2 3 4 5 6 7 8 9 ...

ATENÇÃO

No próximo dia 7 de Agosto de 2009, às 12 horas 34 minutos e 56 segundos, a data e a hora serão

12:34:56 07/08/09

1 2 3 4 5 6 7 8 9

Isto nunca mais vai acontecer nas nossas vidas!!!!"


A frase final é a pièce de résistance. Mas adorei do início ao fim.

Zanzou por aqui Luiz com Z às 2:25 PM
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